Educandos no gramado

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Turma do TAC 15 faz aquecimento no estádio de Veranópolis – Fotos Eleonora de Lucena

Foi no glorioso Estádio Municipal Alsemiro Laurino Guzzo, campo de treinamento do Veranópolis Esporte Clube Recreativo e Cultural, que a turma de cooperativismo do Instituto Educacional Josué de Castro fez sua estreia no mundo das corridas.

Com voltas em torno do gramado, que já abrigou inúmeras batalhas campais do vigoroso futebol do interior gaúcho, que mais de 50 garotos e moças participaram da etapa do Maratonando com o MST na cidade que se orgulha de ser a Terra da Longevidade.

São alunos de uma das primeiras das conquistas do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra que extrapolaram a luta por um pedaço de chão para trabalhar.

Escola e educação sempre foram preocupações do movimento –nas ocupações, assim que o povo se organiza, trata logo de montar um local para abrigar uma escola informal, em que professores regulares ou monitores dão orientação para a criançada, jovens e mesmo adultos que precisam voltar aos estudos ou iniciar sua alfabetização.

Foi assim na primeira ocupação realizada pelo MST, na fazenda Annoni, cuja história você já leu aqui nas páginas deste blog. Pois essas experiências educativas foram se desenvolvendo e sofisticando, resultando em escolas itinerantes, que formavam a criançada, ainda que não tivessem o reconhecimento formal do sistema educativo oficial.

Aos poucos, os dois sistemas –o desenvolvido pelo MST e o registro formal de educação—foram se aproximando, conversando entre si. Alunos educados nas escolas informais puderam fazer exames, sendo certificados no ensino formal.

Em 1995, houve o grande salto: começam a funcionar em Veranópolis as turmas 1 e 2 do curso Técnico em Administração de Cooperativas (TAC), continuando curso iniciado em Braga (RS).

Com registro do Ministério da Educação, pôde começar a atender os filhos e filhas dos assentados e acampados de todo o país tal e qual qualquer escola regular.

Nomeado em homenagem ao médico e geógrafo pernambucano Josué de Castro (1908-1973), que se notabilizou como escritor –entre suas obras mais conhecidas estão as monumentais “Geografia da Fome” e “Geopolítica da Fome”–, o instituto desde 1997 funciona em um prédio gigantesco na bela cidade de Veranópolis.

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Mural na lateral do prédio onde funciona o IEJC – foto Rodolfo Lucena

Tão bela que parecia ser um eterno lugar de férias e recreio – daí a origem de seu nome, cidade de veraneio. Aliás, a região originalmente era ponto de repouso de tropeiros que cruzavam a serra gaúcha.

Ainda no tempo do Império, em 1885 foi criada ali a colônia Alfredo Chaves, que logo começou a receber imigrantes europeus, primeiro italianos e mais tarde poloneses. Em 1898 o distrito vira cidade; a troca de nome para o atual foi acontecer só em 1944, porque havia outro município gaúcho com a mesma identidade.

Antes disso, porém, a região já começava a se inserir na história do trabalho rural brasileiro e na própria história da alimentação de nosso povo –pelo menos é o que diz a lenda.

Explico. Nos idos de 1935, o agricultor José Bin, então com 37 anos, comprou uma maçã no mercadinho Zanchetta, em Veranópolis. Levou para casa o fruto importado da Califórnia e, com um afiado canivete, repartiu a maçã, dando um pedacinho a cada um de seus 14 filhos (tinham sido 18, mas quatro não resistiram aos primeiros dias de vida).

Todos gostaram tanto que ele resolveu experimentar com as sementes, fazendo um plantio nos fundos da casa simples em que a família morava, no fim de uma picada no interior do interior de Lajeadinho, distrito de Veranópolis. Três pés nasceram, mas só uma vingou mesmo.

E como: teve safra em que aquela árvore pioneira chegou a dar mil frutos. E a nova mação brasileira ganhou cepa e nome próprio, homenagem a José Bin –esse tipo de maçã está hoje quase extinto, mas ainda aparece em feiras e exposições.

Vai daí que Veranópolis virou a Capital Brasileira da Maçã.

Pois foi nessa terra que, há mais de 50 anos, os religiosos da Ordem Franciscana construíram um garboso seminário, edificação imensa em formato de cruz que ocupa o centro de um quarteirão no alto de uma das colinas da cidade, a meio termo entre a rodovia e a catedral.

Ao longo dos anos, porém, o prédio foi se tornando um enorme elefante branco, de pouco uso para a ordem religiosa, que acabou transferindo dali os poucos seminaristas que ainda tinha para outra de suas instalações, no município vizinho de Vila Flores.

Alugou o prédio em parcelas –numa área funciona uma escola, em outra uma creche etc. E uma parte foi oferecida para o MST, cujos esforços em defesa da educação eram muito reconhecidos pelos religiosos.

Desde então, o instituto já formou cerca de 3.000 estudantes em seus diversos cursos –um dos principais deles é de o Técnico em Cooperativismo, que funciona concomitantemente ao ensino médio.

Nas mesmas instalações funciona a primeira faculdade comandada pelo MST, voltada para os filhos de trabalhadores rurais assentados e acampados. O primeiro curso oferecido, no final da década de 1990, foi o de Pedagogia da Terra –realizado então na Unijuí.

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Mural pintado em uma das paredes do IEJC

Houve licenciatura em educação e outros cursos de nível superior; o Instituto Técnico de Capacitação e Pesquisa em Reforma Agrária tem o curso de História, com cerca de 50 alunos.

No total, entre cursos de ensino médio e superior, são aproximadamente 200 estudantes; mais 400 por ano participam dos cursos de extensão oferecidos no Josué de Castro. Os cursos regulares utilizam a chamada pedagogia da alternância, em que o aluno fica um período de 60 a 80 dias direto na escola e outro período trabalhando na sua comunidade de origem.

Atualmente, a turma de ensino médio (cooperativismo) é a do TAC 15, que abriu espaço em sua agenda apertadíssima para uma oficina com o projeto Maratonando com o MST.

A agenda da garotada é dura mesmo. O despertar é às 6h45, para tomar café às 7h e ter às 7h40 a formação do grupo, quando acontece a mística do dia, leitura da avaliação do dia anterior e apresentação de planos para o dia.

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Dramatização realizada por estudantes do IEJC – foto Rodolfo Lucena

Na manhã de 3 de novembro, quanto estive por lá, a mística teve como destaque uma representação de drama transcorrido havia poucos dias na Faixa de Gaza: soldados israelenses mataram um menino palestino, em mais um crime cometido pelas forças de ocupação.

Durante a manhã, a turma teve aulas de biologia, depois houve história da arte. Os estudantes ainda tiveram de enfrentar um teste escrito antes que tocasse o sinal das quatro da tarde. A partir dali, o momento era nosso, deles e deste corredor jornalista.

Como estávamos em ambiente escolar, começamos contando um pouquinho da história da corrida, que foi o primeiro esporte realizado organizadamente pelo homem. A única modalidade esportiva existente da primeira Olimpíada de que se tem registro, realizada no ano 776 antes de Cristo, foi a corrida. Tratava-se de uma prova chamada “stadia”, com distância de pouco menos de cem metros.

Os Jogos não eram só uma forma de congraçamento da comunidade pan-helênica, reunindo competidores das várias cidades-estado da região. Também representavam uma celebração do corpo, da própria humanidade.

Eram, de certa forma, afirmação da nacionalidade, do espírito grego. Tanto que, quando os romanos tomaram a Grécia, trataram de baixar o tacão na Olimpíada: o imperador  romano Teodósio 1º, cristão, proibiu a prática esportiva  por se tratar de rito pagão.

Tem gente que é contra a alegria, não é mesmo? Pois, afinal, como demonstramos na prática para a turma do TAC 15, esporte é diversão e ajuda cada um de nós a ficar mais feliz e satisfeito consigo mesmo e com a vida –essa é uma das razões pelas quais muitos médicos recomendam o exercício como forma de combater a depressão.

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Início da caminhada com a turma do TAC 15, ainda na área do prédio onde fica o IEJC – foto Dioni Sommer

Na turma, havia pouca gente com experiência em corrida. Alguns disseram que já tinham corrido um quilômetro, depois um garoto me falou que, no final do primeiro grau, praticava corridas de 100 metros na escola. Para muitos, o desafio que iríamos enfrentar na hora seguinte seria sua maior distância corrida.

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Percurso realizado pela turma; na parte de baixo, o prédio em forma de cruz; na parte de cima, o estádio municipal

Para começar, fizemos um abraço caminhado à escola. Veranópolis é o que no Rio Grande do Sul chamamos de cidade encabritada, é um sobe-e-desce que só ela, com longas rampas e lombas assustadoras. Correr pelas ruas da cidade é um desafio.

Por isso, tratamos de iniciar na maciota, caminhando em volta do Josué de Castro como aquecimento. Seguimos em grupo de forma mais ou menos organizada, em direção ao estádio municipal, que fica a cerca de um quilômetro do colégio.

A caminhada coletiva foi bem divertida. Alguns grupos se formaram, os mais lépidos, os mais lentos, os que gostavam de atucanar os outros. Com a ajuda de alguns dos meninos, fizemos a segurança na travessia das avenidas da cidade –dá para dizer que a maratonagem da turma TAC 15 do Josué de Castro parou o trânsito de Veranópolis!!

E o que de vez em quando parou a nossa caminhada foi a gula. Além de bela e cheia de flores, a cidade é muito arborizada, com árvores que não são apenas para e enfeite. No nosso caminho havia váááárias pitangueiras carregadas, e não foi um nem dois, mas um monte de meninos e meninas que pararam em algumas delas para degustar as frutinhas doces e deliciosas. Até eu fiquei com vontade de parar ali mesmo embaixo de uma árvore…

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Caminhada parou o trânsito em Veranópolis

Que nada! O dever e o prazer nos chamavam. Chegamos ao gramado e fizemos mais uma boa brincadeira, todo mundo participando de um aquecimento divertido, mexendo o corpo, avisando aos músculos e ao cérebro que dali a instantes seriam exigidos de forma diferente.

Olha, que gurizada bem disposta! Não é à toa que todos os comandantes do Josué de Castro que entrevistamos –a começar por Miguel Stedile, responsável pela coordenação geral do instituto—disseram que o maior orgulho da entidade são os alunos que formam.

V quadros

Quadros artísticos com relação de formandos foram produzidos pelos próprios estudantes

De fato, os formandos dali já se destacam em suas comunidades e buscam rumos próprios para a vida. Mas o instituto tem outras fontes de orgulho e satisfação, como sua padaria e a horta que abastece não apenas a cozinha da escola mas também oferece vegetais para outras instituições da comunidade.

Além disso, foi no Iterra que se gestou uma das mais bem-sucedidas experiências de agroindústria na região. Trata-se da Cooperativa de Sucos Vêneto, que funciona no município de Cotiporã, operando em uma fábrica de 4.000 metros quadrados instalada em um terreno de 95 mil metros quadrados.

Tendo como sócios fundadores dez representantes do movimento e dez pequenos agricultores da região que trabalham com uvas de alta qualidade, a cooperativa começou a operar em 2007 com a finalidade única e exclusiva de produzir suco de uva integral –sem açúcar, sem conservantes, sem aditivos.

Foi, segundo diz o diretor comercial Ildo da Silva, 46, a primeira fábrica de sucos no Brasil projetada e montada para produzir sucos orgânicas –as demais, diz, foram adaptações de instalações anteriormente existentes.

O investimento de US$ 7,5 milhões deu resultados. Recolhendo a produção –de qualidade controlada e monitorada—de 85 viticultores da região, a cooperativa produziu no ano passado 1,7 milhão de litros por ano, buscando espaço em um mercado que tem crescido a taxas de cerca de 30% ao ano.

V fabrica

Depois do suco engarrafado, é hora de cuidar da colocação do rótulo

É a maior exportadora brasileira de suco de uva integral, vendendo boa parte de sua produção para a Venezuela; no Brasil, o maior mercado da Monte Vêneto é Fortaleza.

Está se preparando agora para colocar no mercado mais uma inovação, o suco de uva integral orgânico. Já fez uma experiência com um grupo de agricultores cuja produção é certificada pelo governo; seu processo produtivo também recebeu aval oficial.

A produção orgânica, por mais complexa e exigir mais controle, é bem menor. Hoje responde por menos de 10% do total fabricado pela cooperativa, que tem praticamente toda sua operação industrial controlada por computador a fim de manter rígidos padrões de qualidades.

Já nós, os mortais, gostamos mais de flexibilidade na nossa vida, de movimento, luz e arte.

Foi o que fizemos com aquela juventude explosiva e expansiva no gramado do estádio municipal Alsemiro Laurino Guzzo.

Já tendo nos movimentado um bocadinho, alongado os músculos, acelerado os batimentos cardíacos, era hora da largada.

V abre

Todo mundo brinca e se diverte

Como esporte democrático que é, a corrida abriga desde os caminhantes ou corredores superlentos até os velocistas. E assim partimos, os mais rápidos na pista, os mais lentos caminhando no gramado.

Objetivo: três voltas completas no campo de futebol tamanho oficial.

E ali começou o primeiro aprendizado: quem saiu com tudo, mas não tinha bala para sustentar, aos poucos foi ficando para trás ou mesmo se somando à turma dos caminhantes.

Na corrida e na vida, aprendemos aos poucos, ritmo é tudo… Saber dosar as forças vale para uma empreitada de trabalho no campo, para uma mobilização de protesto nas ruas e para enfrentar a pista de atletismo.

Mesmo assim, com os aplausos dos caminhantes, gritos e incentivos de todos, conseguimos fazer a última volta em ritmo um pouco mais forte. Os que concluíamos o desafio ficávamos por ali mesmo, aplaudindo os que chegavam e faziam um esforço para movimentar mais rapidamente as pernas –um dos últimos, o coordenador educacional Tiago Cassol, foi especialmente apoiado e aplaudido pela estudantada.

E aí, turma, terminou tudo?

Nana-nina. Fizemos o trote de resistência, agora é a hora da corrida com sangue nos olhos, o tiro de alta velocidade, a brincadeira de descobrir que é o mais rápido do mundo do TAC 15.

V 100 m

Na hora da disputa dos 100 m, ninguém afinou…

Apenas um punhado de meninas e meninas aceitou o desafio da corrida de cem metros. Organizamos uma turma de juízes que ficaram na chegada para conferir os vencedores e uma turma de juízes da largada, responsáveis por dar o sinal de partida da tropa.

Foi uma algaravia só! Na hora da disparada, o bicho pegou. Entre os meninos então, os caras saíram para a morte –um até tropeçou e se foi ao chão…

V campeoes

Dupla de campeões leva de prêmio o livro “+Corrida”

Ao fim e ao cabo, salvaram-se todos. Leandro Carvalho Lima, 19, vindo do Distrito Federal, foi o campeão da bateria masculina, e a mineira Maria Gabriela, de 16 anos, sagrou-se campeã entre as mulheres.

Cansados, suados, alegres, saímos todos de volta para encarar a pirambeira que nos levaria às instalações do Instituto Josué de Castro. De novo, ocupamos as ruas da cidade em caminhada brincalhona, de certa forma mostrando à comunidade a alegria do pessoal da escola.

Essa interação escola-comunidade nem sempre foi das mais tranquilas, conta Miguel Stedile. No começo, há 20 anos, os estudantes vindos dos mais diversos recantos do Brasil, filhos e filhas de trabalhadores rurais, do povo pobre, foram recebidos com desconfiança e até discriminação por parte da comunidade local, que é formada por pessoal de classe média e classe média alta, descendentes de imigrantes europeus.

“As primeiras turmas que chegaram eram muito religiosas”, diz Stedile. “Os estudantes costumavam frequentar a missa no domingo à tarde. E houve muitas senhoras da comunidade que deixaram de ir àquela celebração por causa da participação dos estudantes.”

V hospitalidade

Cidade é hospitaleira, mas já teve casos de maus exemplos de racismo e discriminação

Claro que, de lá para cá a sociedade evoluiu e diminuiu a discriminação, muito por causa do trabalho dos estudantes e do pessoal do movimento. São boas as relações com a prefeitura e várias secretarias, a escola ajuda instituições com parte de sua produção, e os estudantes confraternizam com a comunidade em competições de futebol.

A partir de agora, a corrida também pode passar a ser mais um fator de integração da estudantada do Josué de Castro com a comunidade de Veranópolis. Aliás, um dos principais organizadores de corridas de rua na cidade –se  não for o único— ficou sabendo da disposição corredística dos estudantes e convidou a turma a participar de uma rústica que acontece neste domingo na Terra da Longevidade.

Estudante de educação física e ex-militar –representou sua unidade em várias corridas, foi campeã da prova dos 100 anos do Grêmio–, Chumbinho, como se assina, é o idealizador do projeto Correndo Por um Futuro Melhor.

Trata-se de um trabalho de inclusão social com crianças carentes da comunidade de Veranópolis. Ele vem ganhando apoio da cidade, e agora faz a corrida para adultos e crianças –há petizes de um ano e meio inscritos na festa.

É uma pena apenas que, por causa de compromissos anteriores, aquela que talvez seja a melhor corredor do Iterra não possa participar.

Viviane Onuczac, 25, nasceu em uma ocupação em Charqueadas, na região metropolitana de Porto Alegre. Quando tinha pouco mais de um ano, sua família passou a ser dona do próprio chão, em um assentamento na mesma cidade. Ex-aluna do Iterra, hoje trabalha na secretaria do instituto.

Nas horas vagas, joga futebol. Desde o ano passado, por orientação de uma colega especializada em educação física, começou a correr.

O objetivo inicial talvez fosse se dar ainda melhor no futebol, mas a corrida ganhou espaço na vida de Viviane.

“Liberdade”, responde ela quando lhe pergunto qual seu sentimento com o esporte.

Há mais. Ela rapidamente se transformou em campeã. Na primeira corrida em que participou, exatamente a versão do ano passado dessa rústica que agora terá a presença de alunos do Josué de Castro, chegou em segundo lugar.

Muito bom, mas não o suficiente. Na São Silvestre de Carlos Barbosa, uma prova de 7,1 quilômetros –maior distância que já enfrentou na vida–, Viviane terminou com campeã, levando um troféu.

Vai seguir correndo, quem sabe se torne uma incentivadora para que mais gente do Josué de Castro e do Iterra se mantenha firme na terra e no asfalto, dando suor para a alegria, o prazer, a diversão, ganhando mais saúde e qualidade de vida.

Vamo que vamo!

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